
No caminho havia uma flor e isso era tudo que a borboleta precisava.
Entre vôos, liberdade e cores, o que faltava era um lugar para pousar, com cheiro suave e tão seguro quanto colo de mãe.
E para a flor em um caminho só, a borboleta era a companhia, ela seria abrigo e com o vento ‘dançariam’ juntas, na mesma sintonia.
Na pétala da flor, nas asas da borboleta. Esvoaçando o que construíram, radiando o que sentem e tão suave quanto a brisa, agradecem e agradecem pelos caminhos, serem hoje, singular.
Nos vôos pelo céu azul, guardei o amor que por lá encontrei e a ela dei de presente.
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