
Tenho medo de mim.
Tenho medo de descobrir quem sou de verdade.
Tenho medo dos personagens que criei.
Tenho medo que eles se tornem reais e eu me perca mais ainda, que eu perca o controle.
Tenho medo de assumir o que levo aqui dentro.
Tenho medo das minhas cicatrizes, e da dor que eu me convenci que passou.
Tenho medo de perder as minhas cores, medo de ser preto e branco, neutra.
Tenho medo de saber que aquilo não era pesadelo, mas um sonho que eu não soube lidar.
Tenho medo que o meu coração retumbando dentro do peito, se cale sem ser entendido.
Tenho medo de perder a minha inocência e os resquícios do ‘meu’ conto de fadas.
Tenho medo de não viver e que os meus sentimentos, desejos, sensações sejam apenas o que vi através do meu filme predileto, do meu livro de romance, daquela letra de música, ou de uma história que não protagonizei.
Tenho medo de não nunca mais encontrar, aquilo eu mesma fiz questão de esconder, seja numa caixa de recordações, nas lembranças ou no ‘pior’ lugar de se procurar algo, no labirinto que construí lentamente aqui dentro.
Tenho medo do escuro, do que pode ter dentro do meu armário, ou debaixo da minha cama.
Tenho medo, muito medo.
Mas faz de conta que eu sou corajosa.
Tenho medo de descobrir quem sou de verdade.
Tenho medo dos personagens que criei.
Tenho medo que eles se tornem reais e eu me perca mais ainda, que eu perca o controle.
Tenho medo de assumir o que levo aqui dentro.
Tenho medo das minhas cicatrizes, e da dor que eu me convenci que passou.
Tenho medo de perder as minhas cores, medo de ser preto e branco, neutra.
Tenho medo de saber que aquilo não era pesadelo, mas um sonho que eu não soube lidar.
Tenho medo que o meu coração retumbando dentro do peito, se cale sem ser entendido.
Tenho medo de perder a minha inocência e os resquícios do ‘meu’ conto de fadas.
Tenho medo de não viver e que os meus sentimentos, desejos, sensações sejam apenas o que vi através do meu filme predileto, do meu livro de romance, daquela letra de música, ou de uma história que não protagonizei.
Tenho medo de não nunca mais encontrar, aquilo eu mesma fiz questão de esconder, seja numa caixa de recordações, nas lembranças ou no ‘pior’ lugar de se procurar algo, no labirinto que construí lentamente aqui dentro.
Tenho medo do escuro, do que pode ter dentro do meu armário, ou debaixo da minha cama.
Tenho medo, muito medo.
Mas faz de conta que eu sou corajosa.
